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Pureza
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Pureza original

A matriz da legislação europeia que enquadra o sector das águas minerais naturais e das águas de nascente é a sua origem e estado natural. Como se referiu atrás, cada água é diferente. O percurso subterrâneo de cada uma é diferente, cada uma atravessa rochas diferentes, cada uma dissolve um conjunto diferente de sais minerais, nenhuma repete o tempo de permanência no subsolo das outras, nenhuma repete as características microbiológicas das outras.

Estas características distintivas devem manter-se até ao consumidor final e todo o processo industrial está concebido para preservar o carácter natural de cada água. Quando abrimos uma embalagem de água mineral natural ou de água de nascente podemos beber e desfrutar de uma água exactamente como ela se encontra na natureza, e sabendo, através do rótulo, exactamente a origem que tem.
 
Embalar uma água mineral natural ou uma água de nascente, um líquido incolor mas de subtil sabor, não é um processo fácil. O complexo processo industrial tem início na protecção, na preservação e na valorização do aquífero onde a água é captada e termina quando a embalagem, devidamente selada e rotulada, chega ao consumidor. A pureza original é garantida até ao momento do consumo.

O objectivo de embalar uma água, tal como se encontra no aquífero, preservando intactas as características originais e garantindo total segurança alimentar até ao ponto de venda exige um processo inteiramente concentrado na preservação da água. Esta deverá manter-se um produto único, singular e inalterado.
 
Durante a captação da água mineral natural e da água de nascente, fase em que a água é extraída dos aquíferos, são utilizados materiais com certificação alimentar, sendo o mais comum de todo o aço inoxidável. Os revestimentos das captações, os silos, as tubagens, as bombas e os depósitos de armazenamento só podem ser feitos deste tipo de materiais certificados e adequados ao contacto com os géneros alimentícios.

A legislação proíbe expressamente o transporte de água mineral natural e de água de nascente por outros meios, designadamente, o transporte em camiões cisternas. A lei comunitária e nacional obriga também a que o engarrafamento se faça nas proximidades do local de exploração, exigência que está relacionada com a preservação das características originais da água.
 
Quando a água mineral natural e a água de nascente entram na unidade de enchimento passam através de filtros, a fim de assegurar a eliminação de pequenas partículas sólidas em suspensão. Depois, a água é armazenada em depósitos, procedendo-se então ao enchimento, sem que a água tenha tido nenhum contacto com o exterior.

Nos termos da legislação em vigor a água deve chegar pura ao consumidor, exactamente como se encontra na origem, deve manter-se inalterada na embalagem e não passar por nenhum processo transformador, excepto nos casos expressamente previstos na lei. Esta permite apenas a adição de gás carbónico e a remoção de elementos naturais instáveis, eventualmente presentes na água, através de processos físicos de filtração (filtração, decantação ou oxigenação).
 
Em qualquer circunstância, é imprescindível a garantia de que a água mineral natural e a água de nascente mantenham inalteradas as suas características essenciais e originais e que não sejam usados processos de desinfecção, designadamente, todos aqueles que resultem de tratamentos químicos.
 
De facto quando embalamos uma água mineral natural ou uma água de nascente estamos a acondicionar um pedaço de natureza.

A embalagem permite preservar a qualidade do produto até ao consumidor final, assegurando que a água mantém as propriedades originais e garantindo a segurança alimentar.
 
Estas características, que são a própria razão de ser da embalagem, passam muitas vezes desapercebidas ao consumidor, que está habituado a encará-las como um modo cómodo de facilitar o consumo, acondicionar o conteúdo e colar-lhes um rótulo com informação sobre o produto.

As águas minerais naturais e as águas de nascente, devido à natureza especial, exigem condições específicas de conservação pelo que a embalagem, além de desempenhar as funções mais correntes, tem de ser capaz de preservar a qualidade do produto durante todo o intervalo de tempo que constitui o prazo de validade.
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